segunda-feira, 5 de abril de 2010

Crença Religiosa e Ignorância (A questão dos Direitos das Minorias)


As religiões estão com suas taças repletas de iniqüidade no que concerne à perseguição a grupos minoritários que pensam diferente daquilo que professam. Na Bíblia, a narrativa mostra que os judeus eram de uma crueldade incrível com os estrangeiros que cultuavam outros deuses. No Alcorão, há estímulo direto à perseguição dos infiéis, quais sejam, aqueles que não seguem o Islã.
Isso deixou uma bela base comportamental para os religiosos futuros e que até hoje é seguida.

Na Idade Média, os judeus foram perseguidos como animais pelos católicos, assim como os cátaros, os ciganos e os muçulmanos. Por fim, diante da ameaça de enviá-los para fogueira, os cristãos obrigavam-nos a aceitarem o cristianismo, transformando-os em "cristãos novos".
Lutero e os protestantes também os perseguiram a partir do século XVI, o que acabou servindo de inspiração para que Hitler fizesse o mesmo na Alemanha Nazista.

Quando os europeus e posteriormente os americanos se depararam com milhões de negros na África, viram ali uma ótima oportunidade para continuar demonstrando seu ódio pelos diferentes. Os negros também foram grandes vítimas da perseguição e da exploração dos religiosos, tal como os índios locais. Parte dos argumentos para justificarem os maus tratos e a exploração dos negros fincava-se no seguinte argumento torpe: se Adão era branco, os negros só poderiam ser de oriundos de uma raça degenerada de inferiores, provavelmente descendentes de Caim. Em nome disso, muitos católicos e protestantes perseguiram e ainda perseguem os negros até os dias de hoje. Basta lembrar que a Ku Klux Klan, a célebre organização racista surgida no século XIX e em vigor ainda hoje, tem forte base protestante, e que muitos grupos atuais de neo-nazistas europeus e brasileiros têm forte base católica.

Não estou dizendo que todos os católicos e protestantes pensam assim. Martin Luther King era negro, protestante, e foi um ativista pelas leis de igualdade racial, assim como muitos padres lutaram por isso. Mas estes são uma minoria insignificante perto do mal infringido pelos demais.

Os homossexuais também foram vítimas históricas dos religiosos, que utilizam passagens da Bíblia para justificarem seus atos vis. Obviamente, eles não usam a passagem do Evangelho de Mateus (19:12) em que Jesus demonstra tolerância e naturalidade para com eles. Preferem usar o Velho Testamento e algumas passagens das Epístolas de Paulo, que era um Judeu fanático (vide sua opinião sobre a inferioridade da mulher) e que nem ao menos viu e ouviu Jesus. Como sempre, a grande maioria dos religiosos retira das escrituras somente aquilo que legitima seus preconceitos e objetivos mais sórdidos.

Na Idade Média, os homossexuais eram perseguidos aos milhares. Os padres imaginaram até mesmo um lugar exato para onde eles seriam enviados quando chegassem no inferno.

O mesmo acontece nos dias de hoje. Nos EUA, um site protestante atualiza diariamente quantos dias alguns homossexuais que morreram de AIDS estão queimando no inferno. Um famoso pastor de uma igreja Batista americana agradeceu a Deus pela existência da AIDS. Outros pastores afirmam que os terremotos que às vezes matam milhares na Califórnia são castigos de Deus para punir homossexuais que habitam as cidades dali. Pena que Deus é falível ao enviar seus desastres e acaba matando bebês, animais e heterossexuais. Pobre de um Deus que se preocupa com o que fazemos quando estamos nus em companhia de outros seres humanos. Ele não deve ter coisa mais nobre com que se preocupar.

Hoje, as igrejas americanas defendem a expulsão imediata dos imigrantes dos EUA e a interferência militar onde quer que seu cristianismo tosco e seus valores conservadores não sejam professados.

Por conta de tudo isso, não foi por causa das religiões que hoje os direitos das minorias estão nas leis dos países do ocidente. Os grandes responsáveis por isso foram intelectuais anti-clericais de tendência iluminista e intelectuais marxistas ateus. Se dependesse dos religiosos, estaríamos ainda matando as minorias nas fogueiras ou à pedradas, como nos terríveis tempos bíblicos.

Hoje, encerro essa série colunas sobre a relação entre crença religiosa e ignorância. Espero ter contribuído um pouco para que você, leitor, tenha percebido o mal que a religião já fez e que ainda pode fazer à humanidade.
Postado por: Prof. Chicão

segunda-feira, 8 de março de 2010

Crença Religiosa e Ignorância (A questão da Ciência)


As religiões do mundo sempre se comportaram de forma a tentar impedir o avanço do conhecimento racional sobre a natureza e garantir a sobrevivência de seus dogmas, crenças irracionais e superstições sobre tudo o que envolvia o funcionamento da vida, a origem do Cosmos e do Homem.

Na Grécia Antiga, os primeiros filósofos romperam com isso. Vendo quão estapafúrdias eram as explicações religiosas sobre a natureza e sobre a origem do Cosmos, do Homem e dos Deuses, vão se afastar do mito e passar a escolher um novo método de inquirição que chegasse a verdades lógicas e racionais sobre as perguntas que sempre intrigaram os homens. Criaram a Filosofia. Ainda assim, a religião permaneceu suficientemente forte para estimular valores não racionais e superstições que impediram os gregos de fazer, no plano prático, alterações no seu mundo tecnológico, tendo em vista possuírem conhecimentos teóricos para tal.
Na Idade Média a Igreja Católica inventou e disseminou uma série de barbaridades à cerca da natureza. Criou a idéia de que o mundo era como uma tábua retangular, o que impediu explorações mais consistentes dos oceanos por séculos. Também inventou a presença de abismos com seres infernais no horizonte marinho, enchendo de medo milhares de pescadores e exploradores que iam mais além nas fronteiras conhecidas.

No Renascimento, quando homens como Giordano Bruno, Copérnico e Galileu tentavam provar que a visão religiosa sobre a Terra e os astros era absurda, a igreja os perseguiu e os intimidou, como toda boa religião dominante. Mandou um para fogueira, outro teve que se retratar e esconder seus conhecimentos, outro ainda que se esconder.

Na Idade Moderna, o catolicismo reinante na Europa assegurava o Direito Divino dos Reis absolutistas governarem. Asseguravam também que o toque do Rei, por ser representante de Deus na terra, era capaz de curar inúmeras doenças, tal como a escrófula. A massa crédula acreditou por séculos nesta sandice, sustentando a tirania monárquica com a aquiescência religiosa. Hoje, graças ao avanço dos conhecimentos médicos e históricos, sabemos que a escrófula era uma doença epidérmica temporária, curada pelos nossos próprios anticorpos.

Nos últimos séculos, as religiões tentaram impedir, desacreditar ou restringir uma série de pesquisas nos campos biológico, geológico, arqueológico e histórico. Opuseram-se e ainda se opõem à Teoria Darwinista da Evolução com grande fúria, mesmo com milhares de provas da mesma. Tentam pressionar contra os resultados dos estudos geológico que mostram a antiguidade da História da Terra perto da que assevera a bíblia além da inexistência de dilúvios gerais. Colocam-se contra os estudos genéticos que desvendam as cadeias de DNA e contra a possibilidade da ciência criar a vida em laboratório, o que já se mostrou possível.

A arqueologia e a história são, com certeza, são as ciências mais atacadas pela fúria irracional dos religiosos e das religiões instituídas. Na verdade, isto ocorre por estes campos de saber, desacredita suas falsas verdades e suas crenças absurdas sobre a origem supersticiosa da espécie humana e animal, sobre os êxodos imaginários, sobre as guerras vencidas por Deuses ou por ajuda destes, sobre suas cronologias sagradas estapafúrdias e sobre outras mil invencionices, como pragas sagradas que não ocorreram, extermínios inexistentes, gigantes de 5 metros que nunca viveram, guerras aéreas entre deuses (Hindus) que jamais existiram, Arcas Sagradas que nunca navegaram, destruição de cidades por deuses vingativos e assassinos que não se realizaram, etc...

O mais grave nisto não se resume às imoralidades que alguns religiosos fazem para desacreditar a ciência, como fraudar fotos de falsos gigantes ou de corromper cientistas menos éticos a questionar as descobertas e adulterarem os resultados de pesquisas, fatos que já ocorreram. O mais grave nisto tudo é manter milhões de pessoas reféns de sua fé cega, o que gera nelas a credulidade escrava.

Na próxima coluna, mostraremos como as religiões sempre se colocaram contra os avanços dos direitos das minorias e contra a extensão da participação política.
Postado por: Prof. Chicão

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Crença Religiosa e Ignorância (A questão da Mulher)



A maioria esmagadora das religiões sempre atuou como forças reacionárias que buscaram impedir a libertação da mulher, os avanços da razão e da ciência, a extensão da participação política e a defesa dos direitos das minorias. Hoje, nos concentraremos aqui na relação entre a libertação da mulher e as religiões. .

Os livros sagrados da maioria das religiões sempre relegaram a participação da mulher na vida política, social, sexual e econômica das sociedades a um segundo plano. Eles legitimam o papel dos homens à frente da condução dos negócios das sociedades através da ligação dos mesmos com os deuses, heróis ou patriarcas míticos.

Na Grécia Antiga, o papel da mulher dita de “bem” na pólis era bem claro: ela devia ater-se ao espaço doméstico, cuidar dos filhos e abster-se da participação política. Na Ilíada e na Odisséia de Homero, assim como na Teogonia de Hesíodo, os livros “sagrados” dos gregos, a mulher sempre aparece com um papel menor na organização do Cosmos e da comunidade. Era proibido que ela tivesse amantes. Aos homens, obviamente, não. “A esposa bem nascida não deve gostar de sexo”, já aconselhava Aristóteles. O marido deveria buscar o bom sexo fora do casamento, com as hetáiras, as prostitutas, quase sempre estrangeiras. Nem ao menos administrar a herança paterna ela podia, pois isso era tarefa de um epikleros, ou seja, um parente masculino nomeado para tal. Isso tudo com o aval dos deuses, obviamente.

Nas religiões tribais africanas a mulher também é quase sempre associada com coisas ruins na mitologia. Em algumas tribos, elas têm o seu clitóris arrancado aos sete anos em um ritual religioso. Em outras, as filhas são meras moedas de troca dos pais, que as negociam como se fossem frutas ou animais de caça. Em outras ainda, são associadas com a lua, a escuridão, a traição e as piores bruxarias.

No Oriente Antigo, o papel da mulher também era secundário ou negativo. No Egito Antigo, o Faraó era a divindade encarnada, sempre um deus masculino. Na Índia, deus tinha encarnado como um jovem e belo guerreiro (Krishna) e a deusa da destruição era uma figura feminina. Entre os hebreus antigos, o papel da mulher talvez fosse o mais insignificante entre todas as sociedades. Era vedado a uma esposa falar na rua com quem quer que fosse, a menos que o marido autorizasse. Na rua, ela tinha que andar 5 metros atrás do marido. Se ela casasse e na primeira relação sexual não sangrasse para provar a virgindade, era apedrejada até a morte. Imaginem quantas mulheres com hímen complacente o foram. Também o adultério feminino era punido com o apedrejamento, mas nunca o masculino . Ela não podia participar da vida política e da vida religiosa, cujo controle ficavam a cargo dos homens (fariseus, escribas, levitas, saduceus).
Tudo isso tinha o aval bíblico, para quem a mulher era como se fosse um ser inferior. Afinal, ela saiu de uma mera costela de Adão e foi seduzida pela servente a tentar Adão. Sua origem divina era indireta (que Deus machista, hein). Nas guerras, eram freqüentemente estupradas ou transformadas em escravas sexuais (concubinas). Vítima desses estupros freqüentes, a mulher no Novo Testamento era quase que um mero depositário dos espermas masculinos. Até mesmo Paulo, no Novo Testamento, afirmou que a Mulher deveria ficar em silêncio e obedecer ao Homem. Por isso mesmo, todas as religiões bíblicas sempre tiveram uma visão opressora da mulher. Judeus, Cristãos e Muçulmanos as oprimiram muito ao logo da história. E ainda hoje as oprimem, vide parte o mundo islâmico atual. Na Idade Média Ocidental, para a cristandade a mulher era vista como um ser libidinoso em potencial, um instrumento do diabo. Por isso, a mulher (a maioria esmagadora de camponesas pobres, obviamente) era obrigada a se vestir de forma pudica, a fazer sexo somente para procriação e a não participar ativamente da vida política e social. Não é preciso nem dizer que as mulheres (novamente as pobres) foram as maiores vítimas das fogueiras da Inquisição Católica.

No século XX, quando os movimentos feministas começaram a pleitear o direito da mulher ao trabalho, ao prazer sexual e a participação política, as igrejas católicas e protestantes sempre se colocaram contrárias, contratando inclusive alcoviteiras religiosas para se oporem a isso nas TVs americanas, quando afirmavam, alegando a Bíblia, que o lugar da mulher honesta era dentro de casa cuidando dos filhos e “servindo” ao marido e não no trabalho, na faculdade ou tendo prazer sexual, uma coisa considerada exclusivamente masculina.

A grande maioria das mulheres religiosas cristãs de hoje não sabem disso, mas desde o século XVIII sempre foram os intelectuais anti-clericais ou ateus que as defenderam, como Voltaire e Marx, para citar só alguns. Foram a partir das idéias Iluministas e Marxistas que o mundo da igualdade política, econômica, social e sexual entre Homem e Mulher pôde ser pensado mais incisivamente no Ocidente. E para isso, desde o Antigo Regime, as religiões tiveram que ser confrontadas, desafiadas e até ridicularizadas. Foi um processo difícil, cheio de obstáculos e retrocessos, mas, enfim, vitorioso. Se hoje você, minha cara leitora, vota, trabalha, estuda e tem direito ao prazer sexual, isso se deveu a quem sempre se opôs às religiões e não a quem as professavam.

Na próxima coluna veremos como as religiões, em nome de suas supertições e dogmas, sempre tentaram frear o avanço da razão e da ciência, objetivando deixar o mundo no mais absoluto obscurantismo.

Postado por: Prof. Chicão

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Grande Arqueólogo afirma " A bíblia é um mar de mentiras"



- Sim, a frase foi dita por ninguém menos que Israel Finkelstein, chefe do Departamento de Arqueologia da Universidade de Tel Aviv, em Israel.

- Após estudar o resumo de 50 anos de escavações arqueológicas feitas por milhares de arqueólogos do mundo inteiro na região, Finkelstein o afirmou em um congresso que a bíblia "...era um mar de mentiras escandalosas inventadas em grande parte no reinado de Josias"

- O livro de Finkelstein, chamado "A Bíblia não tinha razão", já é best seller em toda a Europa e no meio acadêmico. Nele, Filkenstein prova, com enorme número de dados e com as datações dos artefatos encontrados, que "nada do que pensavamos existir antes do século VIII a.C. ocorreu". - Filkenstein é judeu, mas mesmo assim teve a coragem de desacreditar os principais livros sagrados do judaismo, entre eles o Pentateuco. "Trata-se de uma invenção de uma grandeza passada que os sacerdotes de Josias formularam e que este rei supostamente traria de volta"

- Assim, personagens como Adão, Abraão, Noé, Moisés, Davi, Salomão e muitos outros personagens bíblicos entraram, segundo o arqueólogo, para o fabuloso mundo das fantasias, tal como saci pererê, chupa cabra e mula sem cabeça.


- Veja a brilhante carreira de Israel Finkelstein: http://www.tau.ac.il/humanities/archaeology/directory/dir_israel_finkelstein.html



Postado por: Prof. Chicão

Deus vs Satã (Placar Bíblico) A Violência do Deus Judaico. Apenas para Refletir


Segue abaixo o placar completo de mortes provocadas por Jeová e por Satã na Bíblia:
Jeová:
A mulher de Ló, por olhar para trás (gen. 19,26) + 1 = 1
Er, por ser mau aos olhos do Senhor (gen. 38,7) + 1 = 2
Onan, por derramar sua semente (gen. 38,10) + 1 = 3
Por adorarem o bezerro de ouro (ex. 32, 27-28) + 3.000 = 3003
Por blasfemar (lev. 24, 10-23) + 1 = 3.004
Por recolher lenha no sábado (num. 15, 32-36) + 1 = 3.005
Corá, Datã e Abirão, e todas as suas famílias (num. 16, 27) +12 = 3.019
Queimados vivos por oferecer incenso (num. 16,35) + 250 = 3.269
Por reclamar (num. 16, 49) + 14.700 = 17.969
Por se prostituir com as filhas de Moabe (num. 25,9) + 24.000 = 41.969
Massacre midianita (num. 31, 1-35) +90.000 = 131.969
Acã e sua família (josué 7, 24-26) +5 = 131.974
Ataque a Ai (josué 8, 1-25) + 12.000 = 143.974
Cananeus e farizeus (jz. 1,4) + 10.000 = 153.974
Eúde mata em nome de deus (jz. 3, 15-22) 1-153.975
Moabitas (jz.3, 28-29) + 10.000 = 163.975
Midianitas forçados a matar uns aos outros (jz. 7, 2-22) + 120.000 = 283.975
O espírito do Senhor vem até Sansão (jz. 14, 19) + 30 = 284.005
Mais uma vez o Sansão se enche de espírito santo (jz. 15, 14-15) + 1.000 = 285.005
Deus ajuda Sansão a matar (jz. 16, 27-30) + 3.000 = 288.005
Mais benjamitas (jz. 20, 44-46) + 25.000 = 338.105
Por olhar dentro da arca do Senhor (1sam. 6, 19) + 50.070 = 388.175
Filisteus (1sam. 14, 12) + 20 = 388.195
Samuel mata Agague (por ordem de Deus) (1sam 15, 32-337) + 1 = 388.196
Deus feriu Nabal (1sam. 35, 28) + 1 = 388.197
Uzá, por tentar impedir a arca de cair ( 2 Sam.6:6-7) + 1 = 388.198 02
O filho de Davi, ainda neném ( 2 Sam.12:14-18) + 1 = 388.199
Sete filhos de Saul enforcados diante do Senhor ( 2 Sam.21:6-9) + 7 = 388.206
Punição pelo censo de Davi ( 2 Sam.24:13) + 70.000 = 458.206
Um profeta por acreditar na mentira de outro profeta ( 1rs.13:1-24) + 1 = 458.207
Deus entrega os sírios ( 1rs. 20:28-29) + 100.000 = 558.207
Deus faz uma parede cair nos soldados sírios ( 1rs. 20:30) + 27.000 = 585.207
Deus envia um leão para matar um homem por não matar um profeta ( 1rs. 20:35-36) + 1 = 585.208
Queimados vivos por Deus (2rs. 1:9-12) + 102 = 585.311
Deus envia dois ursos para matar 42 crianças (2rs. 2:23-24) + 42 = 585.343
Morreu por não crer em Elias (2rs. 7:17-20) + 1 = 585.344
Jezebel (2rs. 9:33-37) + 1 = 585.355
Deus mandou leões matar alguns estrangeiros (2rs. 17:25-26) +3 = 585.358
Assírios (2rs. 19:35,) + 185.000 = 770.358 Saul (1cr. 10, 14) +1 = 770.359
Deus entrega Israel nas mãos de Judá (2cr. 13:15-17) + 500.000 = 1.270.359
Jeroboão (2cr. 13:20) + 10 = 1.270.360
O Senhor entregou os etíopes (2cr. 14:9-14) + 1.000.000 = 2.270.360
Jeroão (2cr. 21:14-19) + 1 = 2.270.361
A mulher de Ezequiel (ez. 24:15-18 ) + 1 = 2.270.362
Ananias e sua esposa ( Atos 5:1-10) + 2 = 2.270.364
Herodes ( Atos 12:23) + 1 = 2.270.365


Satã:
Jó 1,1-12 Satã matou os dez filhos de Jó



PLACAR FINAL


Jeová: 2.270.365 mortes (*)


Satã: 10 mortes.


* Os números são muito maiores, pois não incluem os mortos no Dilúvio por a Bíblia não citar seu número. Fontes extra-bíblicas, porém, calculam 10 milhões de pessoas vivendo na época de Noé
Postado por: Prof. Chicão